UMESPA VOTE NÃO AO AUMENTO DA PASSAGEM
MANIFESTO DOS ESTUDANTES DE PORTO ALEGRE
A população de Porto Alegre não agüenta mais o rotineiro aumento de passagem, que acontece todo inicio de ano nessa cidade.
Apesar do alto preço, o transporte coletivo sofre com o descaso das empresas e do poder público. Ônibus lotados, atrasos nos horários, ônibus insuficientes, entre outros.
Os estudantes sentem na pele cada aumento. Muitos são obrigados a abandonar a escola, atrasando, ou muitas vezes abandonando o sonho de uma vida melhor. O poder público necessita oferecer mais do que a possibilidade de se matricular em uma escola, precisa criar as condições para que se chegue até a escola.
Os constantes aumentos só mostram o caráter elitista do governo Fogaça e o seu compromisso com as empresas de ônibus em detrimento da população de Porto Alegre.
Cada vez mais torna-se necessário trazer a discussão sobre o acesso e a permanência na escola ao centro dos debates sobre a cidade e a educação. Mais do que nunca devemos pensar a escola como parte de um processo complexo, onde estar matriculado não garante a freqüência nas aulas.
Importante também citarmos o acesso á cultura, que muitas vezes é distanciado da população pela impossibilidade de circulação na cidade em decorrência do alto valor da tarifa do ônibus. Muitas atividades culturais costumam acontecer em nossa cidade, porém muitas pessoas não têm acesso porque a maior parte dessas atividades acontecem no centro da cidade.
Chamamos neste manifesto a reflexão sobre o posicionamento da UMESPA, entidade representativa dos estudantes secundaristas porto-alegrenses no CONTUM (Conselho Municipal dos Transportes), e sua responsabilidade com os seguidos aumentos da tarifa . Nós estudantes somos expressamente contrários ao aumento da passagem e queremos que a nossa entidade municipal respeite a nossa opinião. Esta é a nossa vaga nesse conselho, a vaga dos estudantes de Porto Alegre, e a UMESPA á 10 anos vota a favor do aumento da passagem, contrariando os interesses dos estudantes e da população dessa cidade.
Exigimos da UMESPA o respeito aos estudantes porto-alegrenses, e que o voto da entidade que nos representa seja contrario ao aumento da tarifa.
Marcos 18:01 em novembro 10, 2009 Link Permanente |
Tenho certeza q o que motivou a esse ato n foi simplesmente o uso da mini-saia! Com toda a certeza a “vítima” deve ter feito algo anteriormente para provocar a antipatia dos demais alunos e a mini-saia se tornou apenas a “gota d’agua” ou apenas um ponto para insulta-la.
Julio 20:40 em novembro 10, 2009 Link Permanente |
Quer comparar o Pânico a uma Universidade?
Segundo o que dizem não foi apenas o vestido não. Atitudes vulgares que trazem esse comportamento, não o vestido, isso se ve em qualquer lugar. Não sendo favor a expulsão dela, mas não tem nada de machismo nisso. Ou talvez a palavra machismo não se enquadre apenas aos homens, o que me diz das mulheres envolvidas no tumulto? Certamente mais do que apenas um vestidinho curto estava envolvido nessa história!
Abraço
Luis 12:58 em novembro 11, 2009 Link Permanente |
Acho engraçado como tem gente defendendo a tese que a aluna fez “algo” além de usar o vestido, patético, caso existisse realmente algum outro motivo que justificasse(oque eu dúvido) aquelas atitudes imaturas e ignorantes. Concordo que a UNIBAN seja em muito desqualificada, e lamentavelmente com muitos profissionais e alunos também desqualificados(e nem me venham com firulas de que não é assim, porque se fosse boa ninguem pagaria por uma instituição privada de mais nome, ou tentaria universidades publicas), sendo assim não é de se espantar que o caso correu justamente em mais uma das várias unidades da Uniban, o nivel intelectual e cultural que o nome da faculdade carrega fez realmente jus ao evento.
O triste mesmo nessa história toda é saber que tem gente com esse tipo de mentalidade no Brasil, e cursando Uniban por falta de oportunidade ou renda, pra mim esse caso espelha mais uma debilidade do governo no que tange educação de qualidade, incluindo o curso superior.
Marcos 14:09 em novembro 11, 2009 Link Permanente |
Ouvir dizer de pessoas mais próximas da Uniban (estudantes) que a garota em questão era prostituta e que estava usando a faculdade mais como um “ponto de programa” do que para o estudo, gerando a revolta dos demais estudantes, que supostamente viram a faculdade se tornar numa casa de prostituição.
Obviamente a diretoria sabe dessa provavel “justificativa” desse ato, mas claro q não irá repassar para a mídia para não enfrentar severos processos judiciais.
Isso q citei é apenas um boato, nao uma afirmação nem um fato comprovado!
Todos esses fatos nos fazem a refletir sobre os atuais institutos da educação brasileira!
Ayllu 18:28 em novembro 16, 2009 Link Permanente |
E se ela fosse mesmo garota de programa? O que tem de mal nisso? Por ser garota de programa ela não poderia frequentar aquela universidade?
Ninguém tem o direito de hostilizar outra pessoa seja pela roupa que ela veste, religião, sexualidade,… Os alunos da UNIBAN, infelizmente, refletiram os pensamentos machistas e retrógrados da nossa sociedade.
julia 1:37 em dezembro 20, 2009 Link Permanente |
Israel, infelizmente discordo em grande parte com a sua opinião, acredito como você no fato de que os protagonistas desse grande alarde tenha sido os telespectadores de programas a exemplo do pânico. Porém, penso que foi extremamente correto o ato de expulsão da aluna. Esse ocorrido serve de lição para que as pessoas levem mais a sério o ensino no nosso país. Existem ocasiões mais adequadas para exposição da nossa imagem física, acredito que ainda devemos impor respeito diante de instituições de ensino, principalmente no que se refere a universidades, em que seus componentes já deveriam ser pessoas sensatas no comportamento de que deveriam exercer, mas tristemente no Brasil isso é uma mera ilusão. Continuar acobertando criaturas humanas com argumentos tão curtos na sua defesa( me refiro a aluna) é sinal de que estamos fechando os olhos diante do futuro da educação no nosso país.